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FOLHETIM 20

Neste número, o trajeto e as pesquisas do Teatro da Vertigem são discutidos em longa entrevista de Antônio Araújo e na seção Em foco, com Guilherme Bonfanti, iluminador e responsável técnico do grupo. Os ensaios trazem discussões sobre a teoria e a prática teatrais.
Beti Rabetti retoma a figura de Eleonora Duse para analisar diferentes teorias a respeito do trabalho de ator.
A dramaturgista do Teatro de Essen, Almuth Voss, apresenta os mecanismos pelo quais o mercado teatral alemão lida com a dramaturgia contemporânea.
Gilson Motta analisa o interesse dos diretores contemporâneos pelas tragédias gregas, a partir de encenações realizadas no Brasil nos últimos dez anos.
Ana Bernstein ressalta a importância da teoria dos atos da fala para a representação teatral e para os modernos estudos da performance, acompanhando o pensamento de teóricos como Derrida, Iser, Jauss, Butler e Phelan a respeito da questão.
Alberto Tibaji evidencia Artur Azevedo como personagem de um diálogo crítico estabelecido por Sábato Magaldi com Décio de Almeida Prado e desvela o subtexto do conflito, cujo tema é a avaliação da comédia brasileira.
A commedia dell’arte é o mote da resenha de Edelcio Mostaço para a primeira edição brasileira de roteiros compilados, em 1611, por Flaminio Scala.